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Na sequência do Comunicado 001/2024 da DGS, alertando para a deteção de um caso importado de Sarampo na Região de Lisboa e Vale do Tejo, a ULSSMaria recorda os seus profissionais e utentes que o sarampo é uma das doenças infeciosas mais contagiosas, podendo provocar doença grave em pessoas não vacinadas.
O vírus do sarampo é transmitido por contacto direto através de gotículas infeciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra. Os doentes são considerados contagiosos desde 4 dias antes até 4 dias depois do aparecimento da erupção cutânea. Os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois da pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (que progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal.
Da esquerda para a direita: Hugo Costa Osório, Coordenador do Programa Nacional Rede de Vigilância de Vetores (REVIVE), do Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infeciosas Doutor Francisco Cambournac do INSA; Carles Tur, Perito Internacional, do Grupo Traqsa, Empresa de Transformación Agraria; Maria Helena Correia, Coordenadora de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria; Ana Cecília Gouveia, Técnica de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria e Afonso Moreira, Médico Especialista em Saúde Pública e Coordenador do Programa Local REVIVE, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria.