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O Heliporto do Hospital de Santa Maria registou 29 aterragens no primeiro mês após ter recebido autorização da Autoridade Nacional de Aviação Civil para funcionar. Um número que o posiciona de forma destacada como o heliporto hospitalar com mais atividade a nível nacional.
Mais de um terço (11) dos doentes transportados no último mês para o Heliporto da Unidade Local de Saúde de Santa Maria (ULSSM) tiveram como destino serviços da ULSSM, enquanto 50% foram encaminhados para outros hospitais de Lisboa e 10% para unidades de Coimbra e do Porto.
“Dados que atestam a importância estratégica desta estrutura na resposta de emergência pré-hospitalar nacional e que, como sempre sublinhámos, ela está ao serviço da cidade e do dispositivo de emergência pré-hospitalar de uma forma transversal”, destaca o Presidente da ULS Santa Maria, Carlos das Neves Martins.
A Autoridade Nacional de Aviação Civil formalizou a autorização de atividade do Heliporto da ULSSM no dia 14 de Março de 2025, após a realização com sucesso de um simulacro à escala total, que testou a resposta dos meios de socorro em caso de acidente. No total, a ULS Santa Maria investiu mais de meio milhão de euros no processo de melhoria do Heliporto e zonas circundantes do Hospital de Santa Maria.
Da esquerda para a direita: Hugo Costa Osório, Coordenador do Programa Nacional Rede de Vigilância de Vetores (REVIVE), do Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infeciosas Doutor Francisco Cambournac do INSA; Carles Tur, Perito Internacional, do Grupo Traqsa, Empresa de Transformación Agraria; Maria Helena Correia, Coordenadora de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria; Ana Cecília Gouveia, Técnica de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria e Afonso Moreira, Médico Especialista em Saúde Pública e Coordenador do Programa Local REVIVE, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria.