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“Um centro hospitalar como o Lisboa Norte tem de ter uma Medicina Interna forte, essa é uma aposta clara”. A frase da presidente do CHULN resume o espírito da visita que o Conselho de Administração realizou na tarde desta quarta-feira, dia 15, aos serviços de Medicina (I e II) do Hospital de Santa Maria.
Visita onde o peso dos chamados ‘casos sociais’ nos internamentos foi tema transversal a todas as enfermarias. Tal como transversais foram os elogios ao papel dos internistas, especialistas capazes de terem uma abordagem integral dos doentes, e à diferenciação das equipas de enfermagem, que tiveram, por exemplo, um papel determinante na resposta aos doentes com Covid-19.
Da parte da diretora da Medicina I, a administração do CHULN ouviu planos para a criação de uma unidade de intermédios e projetos para atrair profissionais. “Porque temos de dar a volta ao clima de pessimismo”, reforçou Anabela Oliveira.
No final, Ana Paula Martins dirigiu-se diretamente aos médicos mais jovens e pediu-lhes propostas para o projeto de uma Medicina Interna reforçada no CHULN. Porque o reconhecimento de que são absolutamente imprescindíveis para o bom funcionamento do hospital já todos o têm.




Da esquerda para a direita: Hugo Costa Osório, Coordenador do Programa Nacional Rede de Vigilância de Vetores (REVIVE), do Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infeciosas Doutor Francisco Cambournac do INSA; Carles Tur, Perito Internacional, do Grupo Traqsa, Empresa de Transformación Agraria; Maria Helena Correia, Coordenadora de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria; Ana Cecília Gouveia, Técnica de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria e Afonso Moreira, Médico Especialista em Saúde Pública e Coordenador do Programa Local REVIVE, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria.