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O projeto de Telemonitorização da Insuficiência Cardíaca do Serviço de Cardiologia do CHULN, dirigido pelo Professor Fausto Pinto, reduziu em cerca de 40% os internamentos e também a mortalidade e idas às urgências dos doentes acompanhados neste programa, que arrancou no final de 2017, em comparação com utentes seguidos em consulta.
Estes são os principais resultados apresentados nesta sexta-feira pela Equipa de Insuficiência Cardíaca do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, que assinalou o Dia Mundial do Coração com a realização de uma reunião para doentes e profissionais de saúde. Uma partilha de experiências da equipa médica coordenada pela Professora Dulce Brito com os doentes incluídos no programa de telemonitorização e com os profissionais da Linde Saúde envolvidos neste projeto.
Na reunião, que teve lugar na Aula Magna da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, o Serviço de Cardiologia realizou ainda atividades de promoção de hábitos de vida saudáveis adequados aos doentes com Insuficiência Cardíaca. Esta iniciativa inicia-se às 13h45 na Aula Magna da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa/Hospital de Santa Maria.
Da esquerda para a direita: Hugo Costa Osório, Coordenador do Programa Nacional Rede de Vigilância de Vetores (REVIVE), do Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infeciosas Doutor Francisco Cambournac do INSA; Carles Tur, Perito Internacional, do Grupo Traqsa, Empresa de Transformación Agraria; Maria Helena Correia, Coordenadora de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria; Ana Cecília Gouveia, Técnica de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria e Afonso Moreira, Médico Especialista em Saúde Pública e Coordenador do Programa Local REVIVE, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria.