App my Santa Maria
O Heliporto do Hospital de Santa Maria registou seis aterragens na primeira semana após ter recebido autorização da Autoridade Nacional de Aviação Civil para funcionar. Um número que corresponde ao dobro da média semanal de aterragens no heliporto hospitalar que teve mais atividade nos primeiros dois meses deste ano a nível nacional.
Um terço dos doentes transportados na última semana para o Heliporto da Unidade Local de Saúde de Santa Maria (ULSSM) tiveram como destino serviços da ULSSM, enquanto os restantes foram encaminhados para outros hospitais de Lisboa.
“Dados que atestam a importância estratégica desta estrutura na resposta de emergência pré-hospitalar nacional e que, como sempre sublinhámos, ela está ao serviço da cidade e de toda a região”, destaca o Presidente da ULS Santa Maria, Carlos das Neves Martins.
A Autoridade Nacional de Aviação Civil formalizou a autorização de atividade do Heliporto da ULSSM no dia 14 de Março de 2025, após a realização com sucesso de um simulacro à escala total, que testou a resposta dos meios de socorro em caso de acidente. No total, a ULS Santa Maria investiu mais de meio milhão de euros no processo de melhoria do Heliporto e zonas circundantes do Hospital de Santa Maria.
Da esquerda para a direita: Hugo Costa Osório, Coordenador do Programa Nacional Rede de Vigilância de Vetores (REVIVE), do Centro de Estudos de Vetores e Doenças Infeciosas Doutor Francisco Cambournac do INSA; Carles Tur, Perito Internacional, do Grupo Traqsa, Empresa de Transformación Agraria; Maria Helena Correia, Coordenadora de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria; Ana Cecília Gouveia, Técnica de Saúde Ambiental, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria e Afonso Moreira, Médico Especialista em Saúde Pública e Coordenador do Programa Local REVIVE, da Unidade de Saúde Pública Francisco George da ULS Santa Maria.